O Conselho Federal de Psicologia, define a “avaliação psicológica como “um processo técnico e científico realizado com pessoas ou grupos de pessoas que, de acordo com cada área de conhecimento, requer metodologias específicas. Ela é dinâmica e constitui-se em fonte de informações de caráter explicativo sobre os fenômenos psicológicos, com a finalidade de subsidiar os trabalhos nos diferentes campos de atuação do psicólogo” (Cartilha de Avaliação Psicológica, 2013, p. 13).

Em relação ao psicodiagnóstico, Cunha (2007, p. 23), define como “um processo que visa a identificar forças e fraquezas no funcionamento psicológico, com um foco na existência ou não de psicopatologia”, ou seja, é um processo de investigação de traços psicopatológicos.

Diante desses conceitos, fica claro a diferença entre avaliação psicológica e psicodiagnóstico: na primeira, o psicólogo está embasado em diferentes técnicas (escuta, entrevistas, anamneses, inventários, escalas, testes projetivos, psicométricos, entre outros) e pode fazer uso em diversas vertentes de sua atuação (organizacional, jurídica, educacional, clínica, hospitalar, entre outras áreas) e, a segunda, envolve um processo mais clínico e específico, por expressar um resultado científico dos achados psíquicos e sociais do paciente, a fim de direcioná-lo a um melhor encaminhamento no tratar de suas potencialidades e dificuldades, auxiliando outros profissionais no diagnóstico (como por exemplo: diagnóstico de transtornos específicos da aprendizagem, neurodesenvolvimento, neurocognitivos, de personalidade, entre outros).

No psicodiagnóstico geralmente, são avaliados traços de personalidade, funcionamento cognitivo e executivo, habilidades sociais, desempenho acadêmico e traços psicopatológicos, que pode estar relacionados ou não, a hipótese a qual foi direcionado.

Mas, vale ressaltar ainda que, tanto um quanto outro pode ser realizado em diversas faixas etárias: crianças, adolescentes, adulto e idoso, porém, o psicólogo deve estar atento a essas variáveis (idade, escolaridade, aplicação individual ou coletiva) durante a escolha dos instrumentos e, que eles podem variar entre 3 a 12 sessões de atendimento, a depender do objetivo do processo.

O Psicodiagnóstico conosco pode ser realizado através de solicitação própria ou encaminhamento médico. Realizo avaliação dos seguintes transtornos, a partir de 6 anos de idade: neurodesenvolvimento (deficiência intectual, TDAH, TEA, entre outros), neurocognitivos, específicos de aprendizagem (com prejuízo na escrita, na leitura ou em cálculos), de conduta ou disruptivos (TOD, transtorno de conduta e outros), de personalidade (borderline, esquiva, antissocial, entre outros), humor (bipolar ou depressão), de ansiedade (generalizada, de separação ou fobias).

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